Jales Naves
Especial para A Redação
Goiânia – O livro “Judiciário e Arbitragem em diálogo: Fronteiras, Cooperação e Controle. Uma homenagem aos 30 anos da Lei 9.307/1996”, editado sob a coordenação do ministro Luiz Fux, será lançado no dia 29 deste mês, às 18h, na Biblioteca do Supremo Tribunal Federal, em Brasília.
A obra, que sai pela Editora Singular, tem apresentação de Anne Marie Whitesell e organização de Ana Sofia Monteiro Signorelli, Anderson de Paiva Gabriel, Daniel Brantes Ferreira, Gustavo Favero Vaughn e Rodrigo Fux.
Dentre os autores, com um artigo, o acadêmico Vithor Tatagiba Ferreira Naves, anapolino, 21 anos, filho de Daniel Vicente Ferreira Naves e Fabiany Tatagiba, que não participará do lançamento da obra, pois atualmente se encontra estudando em Portugal.
Trajetória
Vithor Tatagiba Ferreira Naves é graduando em Direito pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), atualmente no 7º semestre, em Brasília, DF.
Tem experiência prática em contencioso cível e consultivo, monitoria acadêmica e forte atuação em competições e simulações jurídicas, com foco em argumentação, pesquisa jurídica e negociação.
Em 2025, recebeu láurea acadêmica pelo IDP por ter obtido, junto com sua equipe, a melhor média nacional na Competição Brasileira de Processo daquele ano. No segundo semestre deste ano está cursando um período de intercâmbio na Universidade de Coimbra, em Portugal.
Em sua trajetória profissional, atuou como estagiário na Demóstenes Torres Advogados entre 2024 e 2026, período em que trabalhou com contencioso cível e consultivo, elaboração de peças processuais e pesquisa jurídica.
Participou de diversas competições e simulações jurídicas ao longo da graduação, entre elas a Competição Brasileira de Processo Civil de 2026, com o caso sobre pensão alimentícia avoenga por socioafetividade post mortem, e a Competição Brasileira de Processo Civil de 2025, com o caso de anulação de sentença arbitral no STJ.
Também participou da Simulação da Corte Interamericana de Direitos Humanos pela IDP League, do IV Electoral Moot Court, da Competição dos Tribunais Superiores pela IDP League, do Tribunal do Júri Simulado pela IDP League, do Projeto Politeia de simulação política em julho de 2023, e do Campeonato Nacional de Debates OPEN Brasil 2023, além de ter recebido menções honrosas em simulações do Modelo ONU.
Na área de produção acadêmica, publicou pela ConJur, em julho de 2026, o artigo “Empurrão silencioso: como a reforma tributária e a previdência incentivam a pejotização”, com análise dos incentivos econômicos que a reforma tributária e as regras previdenciárias criam para a pejotização das relações de trabalho.
Entre 2026 e 2027, desenvolve o projeto de pesquisa “A competência absoluta dos Juizados Especiais da Fazenda Pública e Juizados Especiais Federais: reflexos da imposição do sistema sumaríssimo ao litigante”, aprovado no PIBIC e com finalização prevista para agosto de 2027, sob orientação da professora Teresa Cristina de Melo Costa.
Tem também, no prelo, o capítulo “Reclamação em face de sentença arbitral: vinculação da arbitragem aos precedentes judiciais”, que discute se o árbitro está vinculado aos precedentes judiciais e qual a via adequada, ação anulatória ou reclamação, quando a sentença arbitral os ignora.
Fonte: A Redação
