A Redação
Goiânia – Desde a retomada das atividades, em março de 2025, o Centro de Referência em Ortopedia e Fisioterapia (Crof) de Goiânia contabiliza 51.005 atendimentos.
O resultado foi registrado após a unidade passar por reforma e ter o perfil de atendimento reorganizado pela Prefeitura de Goiânia, que concentrou no local os serviços ambulatoriais regulados de ortopedia e fisioterapia.
A mudança integrou uma estratégia da gestão do prefeito Sandro Mabel para reorganizar a assistência ortopédica na rede municipal.
O centro passou a atender consultas, acompanhamentos, exames, terapias e pequenos procedimentos, enquanto os casos de urgência e emergência ortopédica foram direcionados para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Noroeste, Jardim América, Itaipu e Novo Mundo.
Para o prefeito Sandro Mabel, a distribuição dos serviços permite que cada unidade cumpra uma função específica dentro da rede e facilita o acesso da população ao atendimento de que precisa. “Estamos organizando a saúde para que o paciente seja atendido no lugar certo, de acordo com a necessidade dele.
O Crof voltou para cumprir seu papel de referência nos atendimentos especializados, enquanto as UPAs recebem quem precisa de atendimento de urgência. É uma organização que melhora o fluxo e amplia a capacidade da rede”, afirma.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) optou por manter no Crof apenas os atendimentos ambulatoriais, direcionando pacientes para fisioterapia, traumatologia e ortopedia geral e especializada. “O Crof tem uma capacidade importante de atendimento ambulatorial e, desde a reabertura, vem cumprindo esse papel dentro da rede.
São mais de 51 mil atendimentos realizados, entre consultas, acompanhamentos, exames, terapias e procedimentos, mostrando a demanda que existe por esse tipo de assistência”, explica.
O acesso ao CROF ocorre por meio de encaminhamento das unidades da rede de atenção básica, direcionado pelo Complexo Regulador Municipal. O primeiro atendimento é realizado conforme a especialidade indicada e, posteriormente, os retornos e consultas seguintes são agendados pela própria unidade.
Com capacidade para cerca de 600 atendimentos semanais, o centro conta com equipe multidisciplinar formada por ortopedistas, fisioterapeutas, enfermeiros e técnicos de enfermagem, além de profissional especializado em reabilitação hansênica.
Investimentos na rede
O resultado do Crof ocorre em meio a uma série de medidas adotadas pela prefeitura para ampliar a estrutura e dar mais autonomia às unidades municipais de saúde. Em julho deste ano, a gestão iniciou o repasse de R$ 10 milhões do Programa de Apoio Financeiro às Unidades de Saúde (Pafus), destinado a 117 unidades da rede.
Do total, 11 unidades de urgência e emergência receberam R$ 100 mil cada, enquanto 106 UBS e unidades de saúde mental foram contempladas com R$ 70 mil cada.
A atual gestão também autorizou, em 2026, suplementação de R$ 11,7 milhões para o Fundo Municipal de Saúde, com recursos destinados à execução de emendas parlamentares federais, estaduais e impositivas. A aplicação amplia a capacidade de investimento e custeio de serviços e equipamentos da rede municipal.
Para Sandro Mabel, a aplicação dos recursos faz parte do processo de recuperação e reorganização da rede municipal. “Estamos trabalhando para estruturar a saúde de Goiânia, colocando recursos nas unidades e melhorando as condições para que os serviços funcionem de forma adequada.
O Crof é um exemplo desse trabalho. O investimento direto nas unidades permite resolver demandas de manutenção, estrutura e funcionamento com mais agilidade”, afirma.
Fonte: A Redação
