O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) de Goiás cresceu, em março, pelo 22º mês consecutivo e completou quase dois anos de alta. O dado foi divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostrou que o metro quadrado ficou 0,59%, em média no estado. O último decréscimo foi registrado em maio de 2024, de 0,13%. Nos últimos doze meses, o custo para o setor em Goiás subiu 6,72%. Somente nos primeiros três meses de 2026, a alta é de 2,54%. Os números são semelhantes aos nacionais, com altas de 6,73% em 12 meses e 2,15% no ano. O custo goiano da construção por metro quadrado foi de R$ 1.901,99 em março, sendo R$ 1.074,05 relativos aos materiais e R$ 827,94 à mão de obra. O custo nacional para o setor habitacional por metro quadrado, por sua vez, foi de R$ 1.932,27 no mesmo período, sendo R$ 1.089,78 relativos aos materiais e R$ 842,49 à mão de obra. O Sinapi é produzido pelo IBGE em parceria com a Caixa. Ele é importante na programação de investimentos, sobretudo para o setor público. Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos, enquanto os índices possibilitam a atualização dos valores das despesas nos contratos e orçamentos. O post Custo da construção em Goiás completa quase dois anos de alta foi publicado primeiro em Diário de Goiás.Acompanhe mais notícias em nosso site.
ACONTECE AGORA
- Mabel e Conselho de Contabilidade incentivam destinação do IR para área social em Goiânia
- Agehab alerta para golpes e reforça que programas habitacionais são gratuitos em Goiás
- “Six-seven”: por trás do meme, o que a música viral realmente diz
- “Interesse nacional não pode ser gerido localmente”, diz ministro de Lula sobre acordo de terras raras em Goiás
- Aprovado projeto que garante doação de veículos do Governo às prefeituras de Goiás
- Viaduto do Recanto do Sol, em Anápolis, deve ser finalizado em maio
- Novo contrato do lixo prevê varrição mecanizada e caminhões sustentáveis em Anápolis
- Vila Nova evita perda de mando e leva multa financeira após julgamento no STJD


